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2012

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1842 Douro
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Há 30 anos, o Douro não existia como o conhecemos. Dirk Niepoort foi um dos grandes visionários da região, trazendo-lhe um rasgo alicerçado no saber dos antigos.

“Quando cheguei ao Douro o Porto é que importava, mas como sou muito curioso disse que queria ver e experimentar. ”
Dirk Niepoort

Se com 20 anos tinha provado um vinho de lavrador fenomenal, sabe-se lá feito em que condições, por que não poderia ele também produzir um vinho idêntico? Foi assim que em 1990 a Niepoort passou apenas de empresa comercializadora de Vinho do Porto para empresa produtora também de vinhos de mesa Douro DOC.

Quinta de Nápoles

Descobrir Quinta de Nápoles

Foi a primeira quinta adquirida pela Niepoort, em 1987, quando Dirk se juntou ao pai Rolf no negócio da família, e é uma das mais antigas da região demarcada, tendo sido registada em 1756. Situada na margem esquerda do rio Tedo, tem grande parte das suas vinhas viradas a norte, numa cota entre os 80 e os 250m, que a torna especialmente boa para a produção de vinhos de mesa frescos, equilibrados e elegantes.

“Há sempre uma frescura que dá um balanço absolutamente único aos vinhos do Douro”, defende Dirk, mesmo contra aqueles que lhe chamam “assassino de vinhos”, por colher as uvas mais cedo. Mas se o resultado é bom, porquê renunciar ao saber empírico?

Atualmente, a Quinta é um importante centro de encontro, degustação e partilha com outros consumidores e produtores do mundo. Está equipada com uma adega totalmente moderna e com generosas caves para estágio em tonéis, barricas, inox e barro. A partir deste laboratório criativo, a Niepoort vai imaginando, experimentando e escrevendo o futuro da empresa e da região.

Quinta do Carril

O Dirk integrou-se no negócio com pouco mais de 20 anos, em 1987, e desde logo revolucionou a estrutura marcadamente tradicional. Convenceu o seu pai, Rolf, que fazia todo o sentido terem uma Quinta no Douro e foi nesse ano que Rudolph Niepoort, pai de Dirk, comprou a Quinta de Nápoles com 15 hectares de vinha, localizados na margem esquerda do rio Tedo.

Com as suas encostas viradas a Norte e variação de cota entre os 80 e os 250m, a Quinta de Nápoles apresenta melhores condições para a produção de vinho de mesa do que de Vinho do Porto. Sendo uma das mais antigas quintas da região demarcada (registada em 1756), apresenta solos de xisto e feldspato.

Vale de Mendiz

Resguardada no belíssimo vale do Pinhão, Vale de Mendiz é um lugar mágico. Comprado em 2003 pela empresa, este antigo museu convertido num centro de vinificação é o berço dos Vinhos do Porto Niepoort, produzidos nos seus vetustos lagares redondos de granito.

É também aqui que um dos tintos mais especiais da Niepoort ganha vida. De taninos envolventes e macios, o Charme expressa de forma única as vinhas velhas deste terroir, lembrando a elegância de Borgonha. Este vinho de assinatura é o único tranquilo a ser produzido na adega. 

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Já foi uma das regiões mais prestigiadas de Portugal e os seus vinhos elegantes valeram-lhe o epíteto de “Borgonha portuguesa”.

“Dentro em breve, o Dão estará na moda.”
Dirk Niepoort

Contudo, nas últimas décadas, a região foi sendo banalizada devido a vários fatores, como o cooperativismo. A obsessão pela Touriga Nacional, cuja relevância nos grandes vinhos do passado era diminuta, também fragilizou o Dão, que agora se vê praticamente expropriado das suas históricas vinhas velhas.

Quinta da Lomba

Sensível a este fenómeno, Dirk Niepoort adquiriu a Quinta da Lomba em 2012. O namoro já era antigo e a missão a que Dirk se propôs foi, no mínimo, estoica: salvar cinco hectares de vinhas velhas com mais de 60 anos que, de outra forma, seriam arrancadas. “Com esta aquisição temos todas as condições e o enorme desafio de fazer grandes vinhos, cheios de carácter e personalidade.”

Nos primeiros dois anos, a Niepoort comprou uvas de vinhas com mais de 55 anos a pequenos lavradores, que foram vinificadas na Quinta da Pellada, do amigo de família Álvaro de Castro. Só em 2014, depois de algumas obras e com a construção de uma adega própria, é que os vinhos Dão Niepoort começaram a ser vinificados na Quinta da Lomba, já a partir de uvas próprias e outras compradas.

O terroir granítico e a localização invejável da Quinta, no sopé da Serra da Estrela, permitem criar vinhos minerais, com acidez excecional, aromas complexos e delicados e com um enorme potencial de envelhecimento. O primeiro com selo Niepoort foi o Dão Rótulo, um vinho fresco, leve, autêntico e que expressa o caráter único da região.

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A chegada da família Niepoort aos vinhos verdes não é de admirar: afinal estamos perante uma das zonas com maior potencial para fazer vinhos de nicho de grande qualidade.

“Daqui a uns anos vamos estar admirados por ver bares e restaurantes de Londres, Nova Iorque e Berlim a vender vinho verde branco e tinto em malgas. Turvo, sujo, mas bem feito”.
Dirk Niepoort

Em 2016 saíram para o mercado as primeiras garrafas de verde branco Niepoort: Wanabi, feito em parceira com Regina Pessoa a partir das vinhas da Casa de Vilar; Teppo Peixe, um vinho pensado para acompanhar a gastronomia japonesa; e o OLO, uma expressão das melhores vinhas plantadas na sub-região de Basto e inspirado no rio Olo, um dos mais belos da região dos Vinhos Verdes.

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Foi na Bairrada que Dirk começou a produzir e a distribuir vinho, entre 1992 e 1996, tendo como grande inspiração a casa Dores Simões e os seus vinhos elegantes.

“A Bairrada sempre foi a minha grande paixão.”
Dirk Niepoort

Mais tarde, quando a produtora bairradina Filipa Pato lhe telefonou para fazerem juntos um fortificado, Dirk apaixonou-se novamente pela região. “Fiquei maluco”, dissera. Não havia volta a dar: em 2010 fez 2.000 litros de tinto, na Quinta de Baixo e em 2012 comprou a quinta de 22 hectares. Era o início do projeto Niepoort na região.

Quinta de Baixo

Um Bairrada Niepoort define-se pela elegância, finesa, carácter e personalidade. É a interpretação de um terroir mal-amado pelos portugueses, onde se fizeram e continuam a fazer alguns dos piores vinhos nacionais, mas que Dirk não tem dúvidas nenhumas que, trabalhando com seriedade, intransigência e competência, se tornará na região coqueluche do país, à boleia da sua casta rainha: a Baga.

Situada no famoso triângulo Cordinhã, Ourentã e Cantanhede, a Quinta de Baixo tem 14 hectares de vinha distribuídas por três parcelas entre os 10 e os 80 anos. Localiza-se na zona de maior aptidão vitícola da Bairrada e apresenta as condições perfeitas para extrair todo o potencial da Baga.

Para além desta casta, a Quinta de Baixo tem uma pequena parcela de pouco mais de um hectare de Syrah, plantada há cerca de 20 anos, símbolo de uma paixão de Dirk Niepoort pelos vinhos de Côtes-du-Rhône. Os solos calcários e arenosos, aliados ao clima fresco e húmido e à influência atlântica, geram igualmente um elevado potencial para as castas brancas, nomeadamente Maria Gomes, Arinto, Bical e Cercial.

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Mosel, na Alemanha, é uma das grandes paixões de Dirk. Claro está que o seu espírito inquieto não ficaria sossegado enquanto não se lançasse numa viagem até Mosel para fazer os seus próprios vinhos.

“É possível ter um vinho leve, com pouco álcool, mas sem perder nada das características do vinho”.
Marco Niepoort

Para esta aventura, Dirk fez-se acompanhar dos filhos Daniel, que lidera o projeto desde 2012, e Marco, responsável pela produção, unindo forças com Phillip Kattern da casa Lothar Kettern, uma das chancelas presentes no espólio internacional da Niepoort. O projeto viria a chamar-se Fio Wines, selando uma amizade que o tempo tende a tornar ainda mais valiosa. Desde projeto, distinguido em 2020 na categoria “Descoberta do Ano” pelo guia “Gault & Millau”, nasceram vinhos expressivos e muito delicados como o Ratzelhaft, o Falkerberg e o Cabisehrnett. Todos têm em comum a casta Rieslings, rainha da região e com um perfil sofisticado e internacional.

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“Um concerto de solista é muito bom, mas se puseres as pessoas certas a tocar juntas pode ser mágico”.

Se há região em que Dirk melhor aplicou esta máxima, essa região é o Alentejo. Ao lado de Anna Jorgensen, da casa Cortes de Cima, de Vítor Claro, chef que se reinventou como winemaker, e de Susana Esteban, antiga companheira de um Douro de início de século, Dirk deixa fluir toda a sua criatividade para desenhar um Alentejo leve, irreverente e cheio de personalidade.

intro Quinta de Nápoles Quinta do Carril Vale de Mendiz Vinhos Douro
intro Quinta da Lomba Vinhos Dão
intro Vinhos Vinho Verde
intro Quinta de Baixo Vinhos Bairrada
intro
intro Vinhos Alentejo

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